Dentro
no universo da arbitragem de futebol, as mulheres se destacam pela dedicação e
a busca da perfeição.
Na
sociedade evolutiva e na luta contra os preconceitos elas estão chegando ao
degrau mais alto de todos os seguimentos, e, não será diferente com a sociedade
futebolística.
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| As
árbitras Luciana França, Roberta Palmero Rizk e Renata Mersal |
Esta
dedicação é essencial para desenvolver um plano de carreira, é a ferramenta do
segredo de suas conquistas bem calhadas dentro do universo da arbitragem de
futebol.
Elas sabem que o caminho que leva ao sucesso e ao reconhecimento passa por momentos onde o assedio físico e psicológico são colocados à prova, mentiras e situações de supostos benefícios em troca da ascensão são a elas deferidas por aqueles que não são capazes de ter a mesma dedicação e encontram nesta lixeira de adjetivos suas justificativas pelos seus fracassos.
Elas sabem que o caminho que leva ao sucesso e ao reconhecimento passa por momentos onde o assedio físico e psicológico são colocados à prova, mentiras e situações de supostos benefícios em troca da ascensão são a elas deferidas por aqueles que não são capazes de ter a mesma dedicação e encontram nesta lixeira de adjetivos suas justificativas pelos seus fracassos.
As
mulheres têm que provar diariamente que são fortes, não se abala por qualquer
motivo, pelo contrario, nas dificuldades e que elas encontram a soluções
rápidas e eficazes, sobressaindo sobre os olhares de desconfiança da sociedade
futebolística principalmente da impressa esportiva dominada pelos homens.
Em
resumo as mulheres são intuitivas, tem este dom de proteger e encontrar
soluções, a grande maioria é mães, cuidam dos filhos, da casa, de sua família e
ainda se dedicam de corpo e alma ao trabalho, ao universo da arbitragem de
futebol.

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